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Unimed Chapecó é referência no diagnóstico do câncer de próstata

04/12/2020

O câncer de próstata é a segunda causa de mortalidade no universo masculino e a segunda de incidência (atrás somente do câncer de pele), além de um redutor da qualidade de vida. Campanhas como “Novembro Azul” auxiliam no esclarecimento de dúvidas sobre o diagnóstico, sintomas e tratamento, além de ressaltar a importância da identificação da doença precocemente e de reduzir a mortalidade.

Para auxiliar no processo de diagnóstico, a Unimed Chapecó investe constantemente na aquisição de novos equipamentos e novas técnicas para ampliar a precisão dos resultados. Recentemente, a cooperativa médica adquiriu equipamento de Ressonância Magnética de 3.0 Tesla que é capaz de fornecer imagens em alta definição e aparelho para biópsia de fusão que possibilita unir imagens geradas pela ressonância magnética em tempo real do ultrassom. A técnica é considerada a mais atual do mundo para coletar material da área suspeita.

“A fusão de imagens da ressonância magnética com o ultrassom resulta em uma coleta com maior precisão das áreas suspeitas de câncer. Esta tecnologia está presente nos grandes centros diagnósticos do mundo e, no momento, é a única disponível no oeste catarinense”, ressalta o urologista e médico cooperado da Unimed Chapecó, Dr. Paulo Fernando de Oliveira Caldas.  

Os avanços tecnológicos nos exames de imagem têm auxiliado os médicos a melhorarem a precisão diagnóstica do câncer de próstata. Dr. Caldas relembra que há poucos anos, as alterações do exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) ou toque retal eram indicativos de biópsia guiada por ultrassom para coleta de fragmentos na busca do diagnóstico.

Segundo o urologista, a Ressonância Magnética 3.0 Tesla Multiparamétrica da Próstata é fundamental antes da realização da biópsia. Além de melhorar a precisão, é capaz de ajudar a prever quais áreas da próstata estão sendo acometidas por tumor e serve como exame que pode definir a necessidade ou não da biópsia.

“Estima-se que de 25% a 30% dos pacientes não necessitem de biópsia quando se realiza a ressonância magnética antes, devido à baixa probabilidade de ser encontrado um câncer clinicamente significativo de acordo com os achados prévios”, argumenta o radiologista e médico do corpo clínico da cooperativa médica, Dr. Jonas de Souza Dalabona.

Assessoria de Imprensa