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Encontro de TIC do Sistema S debate inovação e transformação digital

22/04/2026

O 1º Encontro Regional de TIC do Sistema S (Norte e Centro-Oeste), realizado em Palmas (TO) nesta quinta-feira (16), debateu a transformação digital e seus impactos nas organizações. O evento contou  com a participação de lideranças de Tecnologia da Informação e Comunicação em um ambiente voltado à troca de experiências, alinhamento estratégico e fortalecimento da inovação nas instituições. 

Representando o Sistema OCB, gerente de inteligência estratégica e inovação, Guilherme Costa, participou de um do bate-papo e apresentou uma reflexão direta: é preciso repensar modelos de atuação. Segundo ele, o cenário atual exige uma mudança mais profunda do que a simples digitalização de processos. “Não se trata apenas de fazer no digital o que já fazíamos no analógico. É necessário revisar a forma como entregamos valor, olhando para o futuro e para as novas demandas das pessoas”, enfatizou.  

A fala de Guilherme dialogou com a proposta do encontro, que se posicionou como uma iniciativa pioneira para integrar as regiões Norte e Centro-Oeste em torno de uma agenda comum de inovação. Em formato híbrido, o evento buscou promover um ambiente colaborativo entre gestores e diretores, com foco na construção de estratégias mais alinhadas e eficientes. 

O gerente também destacou que a transformação digital precisa estar associada à integração de diferentes soluções como inteligência artificial, análise de dados e computação em nuvem, aplicadas de forma estratégica. Para ele, o desafio está em entender como essas ferramentas podem, de fato, contribuir para a relevância e a competitividade das organizações. “A IA, por exemplo, já deixou de ser tendência e passou a ser uma necessidade. Mas ela só gera valor quando existe maturidade digital, dados consistentes e, principalmente, inteligência humana por trás das decisões”, pontuou. 

Outro ponto abordado foi a mudança no comportamento do público, especialmente no campo da educação e da capacitação profissional — áreas centrais para as entidades do Sistema S. Com usuários mais autônomos e exigentes, Guilherme lembrou que cresce a necessidade de experiências mais personalizadas, dinâmicas e relevantes. “E, nesse contexto, o cooperativismo é um modelo capaz de acompanhar essa evolução sem perder seu propósito”, completou.  

Sistema OCB

 

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